Qual a diferença entre Fluxo de Caixa e DRE?

Se você é empreendedor certamente já deve ter ouvido falar no fluxo de caixa e DRE – Demonstrativo de Resultado do Exercício. É possível, no entanto, que você não saiba a importância e o funcionamento destes documentos. Não importa o tamanho da sua empresa: saber para que serve e fazer uso do fluxo de caixa e DRE é […]

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Onde você deve investir em abril?

A XP Investimentos atualizou as suas carteiras recomendadas para o mês de abril considerando cada tipo de perfil investidor em relatório publicado nesta quarta-feira (01).  A plataforma levou em consideração a crise do coronavírus, deflagrada em março, para rebalancear as alocações.  Segundo a análise, a “cautela é muito importante nesse momento” e aumentos de riscos […]

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EXCLUSIVO-Distribuidoras de energia notificam geradores sobre força maior após coronavírus

SÃO PAULO (Reuters) – Distribuidoras de energia elétrica, incluindo empresas da italiana Enel, da Equatorial Energia e a fluminense Light, enviaram a geradores notificações sobre evento de força maior que pode afetar o cumprimento de contratos, devido à pandemia de coronavírus, segundo documentos vistos pela Reuters e duas fontes com conhecimento do assunto.

Os avisos vêm em meio a preocupações das distribuidoras com possíveis problemas de caixa em meio à forte redução do consumo de eletricidade causada pelas medidas de combate ao vírus e por expectativas de elevada inadimplência como consequência de efeitos da epidemia sobre a economia e a renda da população.

Concessionárias de distribuição controladas pela Enel avisaram a geradores com quem possuem contrato que, em meio a esse cenário, “estima-se necessário proceder oportunamente a redução temporária dos volumes de energia contratados… e dos correspondentes custos contratuais”, de acordo com notificação vista pela Reuters.

“Entendemos que tal redução poderá ser proporcional à queda de mercado, à redução da arrecadação e ao aumento da inadimplência experimentada pela compradora, que vêm afetando as suas contas”, afirmam nos avisos as elétricas Enel São Paulo, Enel Rio, Enel Goiás e Enel Ceará.

As empresas acrescentaram que “dados e extensão” de eventual redução contratual serão reportados “tão logo possível”.

Procurada, a Enel disse em nota à Reuters que “enviou uma notificação às suas principais contrapartes no mercado de energia, informando que está realizando uma análise de seus contratos e da atual situação”.

“Portanto, a empresa está sinalizando a necessidade de manter um diálogo constante com todos os agentes do mercado, de forma a mitigar o cenário atual de menor consumo”, acrescentou.

Light e Equatorial não responderam de imediato a pedidos de comentário sobre as notificações.

O movimento das elétricas vem em momento em que a associação que representa investidores em distribuição, Abradee, conversa com o governo para pedir medidas de apoio financeiro ao segmento devido às perdas esperadas com o coronavírus.

Uma das alternativas em estudo nas conversas entre a Abradee e o Ministério de Minas e Energia envolveria a viabilização pelo governo de empréstimos emergenciais para distribuidoras, conforme publicado pela Reuters na segunda-feira.

As interações com o governo são citadas pela Enel na notificação enviada aos fornecedores de energia.

“Estamos inclusive mantendo interlocução com as autoridades do setor elétrico, empenhados em buscar uma solução sistêmica para o problema atualmente enfrentado”, afirma a italiana, que disse também ter notificado a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) sobre o evento de força maior.

Procurada, a Aneel não quis comentar o assunto.

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GERADORES REAGEM

A União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica), que representa empresas com usinas de biomassa que venderam energia a distribuidoras, fez duras críticas aos avisos de força maior no setor.

“Sob o ponto de vista jurídico, as notificações ignoram os pressupostos legais para alegação de força maior e pretendem criar uma verdadeira licença para não pagar”, afirmou a entidade em nota nesta quarta-feira, sem citar empresas.

A Associação Brasileira de Energia Limpa (Abragel), que reúne investidores em usinas renováveis, principalmente pequenas hidrelétricas, disse que os avisos geram preocupação devido aos possíveis impactos financeiros sobre geradores.

“É evidente que há uma preocupação de todos com as distribuidoras, porque elas são o primeiro elo da receita do setor, onde se dá a arrecadação. Mas ficamos um pouco surpresos com essa movimentação. Evidente que ninguém gostou… tem que haver uma preocupação com o equilíbrio do setor como um todo”, disse à Reuters o presidente da entidade, Charles Lenzi.

Ele adicionou que geradores que receberam os avisos estão agora avaliando como proceder.

Os contratos entre distribuidoras e empresas de geração são fechados em leilões de energia promovidos pelo governo federal e pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

Os recebíveis desses contratos de longo prazo, com duração de até 30 anos, costumam ser utilizados pelas elétricas como garantia para obtenção de financiamentos juntos a bancos.

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(Por Luciano Costa)

Dow Jones começa 2º tri em queda de 900 pontos com maior aflição sobre vírus

Por Uday Sampath Kumar e Medha Singh

(Reuters) – O índice Dow Jones chegou a cair mais de 900 pontos nesta quarta-feira, com um tombo nos novos pedidos de produtos fabricados nos Estados Unidos e um terrível alerta sobre o número de mortos por coronavírus no país afastando investidores das ações para ativos mais seguros.

O Dow e o S&P 500 caminham para estender as perdas depois de sofrerem o pior primeiro trimestre já registrado, após o presidente dos EUA, Donald Trump, alertar os norte-americanos sobre duas semanas “dolorosas” à frente, com autoridades de saúde modelando um enorme salto nas mortes relacionadas ao vírus.

A fuga para a segurança reduzia os rendimentos de longo prazo dos títulos do Tesouro dos EUA, chamados de Treasuries, empurrando as ações de bancos –sensíveis a um cenário de juros mais baixos– a uma queda de 7%. O setor financeiro estava entre as maiores influências negativas no S&P 500 nesta sessão.

“As pessoas estão preocupadas com a realidade econômica, tanto do lado da profundidade quanto da duração do episódio para a economia global”, disse Eric Freedman, diretor de investimentos da US Bank Wealth Management, na Carolina do Norte.

“Há espaço para mais queda e ainda estamos defendendo cautela.”

As empresas S&P 500 perderam cerca de 6,7 trilhões de dólares em valor de mercado até agora este ano, apesar de uma rodada sem precedentes de estímulos fiscais e monetários para impedir uma recessão.

Às 15:32 (horário de Brasília), o índice Dow Jones caía 4%, a 21.042 pontos, enquanto o S&P 500 perdia 3,958848%, a 2.482 pontos. O índice de tecnologia Nasdaq recuava 4,13%, a 7.382 pontos.

Com a temporada de ganhos trimestrais se iniciando dentro de duas semanas, a expectativa é que haja recessão nos balanços em 2020, com os lucros devendo cair 3,7% no primeiro trimestre e 9,6% no segundo.

No entanto, alguns analistas expressaram otimismo.

“Isso levará algum tempo para ser superado, mas os mercados vão subir no segundo trimestre com expectativa de dados econômicos melhorando bastante no segundo semestre de 2020”, disse Barry Bannister, estrategista-chefe de ações para clientes institucionais da Stifel Financial em Baltimore.

(Reportagem de Uday Sampath e Medha Singh)

Dow Jones começa 2º tri em queda de 900 pontos com maior aflição sobre vírus

Por Uday Sampath Kumar e Medha Singh

(Reuters) – O índice Dow Jones chegou a cair mais de 900 pontos nesta quarta-feira, com um tombo nos novos pedidos de produtos fabricados nos Estados Unidos e um terrível alerta sobre o número de mortos por coronavírus no país afastando investidores das ações para ativos mais seguros.

O Dow e o S&P 500 caminham para estender as perdas depois de sofrerem o pior primeiro trimestre já registrado, após o presidente dos EUA, Donald Trump, alertar os norte-americanos sobre duas semanas “dolorosas” à frente, com autoridades de saúde modelando um enorme salto nas mortes relacionadas ao vírus.

A fuga para a segurança reduzia os rendimentos de longo prazo dos títulos do Tesouro dos EUA, chamados de Treasuries, empurrando as ações de bancos –sensíveis a um cenário de juros mais baixos– a uma queda de 7%. O setor financeiro estava entre as maiores influências negativas no S&P 500 nesta sessão.

“As pessoas estão preocupadas com a realidade econômica, tanto do lado da profundidade quanto da duração do episódio para a economia global”, disse Eric Freedman, diretor de investimentos da US Bank Wealth Management, na Carolina do Norte.

“Há espaço para mais queda e ainda estamos defendendo cautela.”

As empresas S&P 500 perderam cerca de 6,7 trilhões de dólares em valor de mercado até agora este ano, apesar de uma rodada sem precedentes de estímulos fiscais e monetários para impedir uma recessão.

Às 15:32 (horário de Brasília), o índice Dow Jones caía 4%, a 21.042 pontos, enquanto o S&P 500 perdia 3,958848%, a 2.482 pontos. O índice de tecnologia Nasdaq recuava 4,13%, a 7.382 pontos.

Com a temporada de ganhos trimestrais se iniciando dentro de duas semanas, a expectativa é que haja recessão nos balanços em 2020, com os lucros devendo cair 3,7% no primeiro trimestre e 9,6% no segundo.

No entanto, alguns analistas expressaram otimismo.

“Isso levará algum tempo para ser superado, mas os mercados vão subir no segundo trimestre com expectativa de dados econômicos melhorando bastante no segundo semestre de 2020”, disse Barry Bannister, estrategista-chefe de ações para clientes institucionais da Stifel Financial em Baltimore.

(Reportagem de Uday Sampath e Medha Singh)

Negócios: Ética e compliance para reverter imagem ruim do setor de construção civil

Depois de seguidos anos em baixa, o setor de construção civil iniciou 2020 com perspectivas de crescimento de 3%. Segundo dados do Sindicato da Indústria da Construção Civil (SindusCon) do Estado de São Paulo, há potencial para criação de mais de 2,3 milhões postos de trabalhos formais até o fim do ano. Contudo, apesar da retomada de investimentos, construtoras, incorporadoras e prestadores de serviços têm um longo […]

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FGC quer dobrar garantia de depósitos a prazo com garantia especial para R$40 mi

Por Carolina Mandl

SÃO PAULO (Reuters) – O Fundo Garantidor de Créditos planeja dobrar o valor que garante a investidores de depósitos a prazo com garantia especial (DPGE), num esforço para aumentar a liquidez dos bancos.

Os bancos decidirão sobre o aumento da garantia de 20 milhões de reais para 40 milhões por investidor e banco emissor em assembleia geral extraordinária em 3 de abril. A reunião será online por meio do aplicativo de vídeo Zoom.

Na semana passada, o Banco Central permitiu que cada banco emitisse até 2 bilhões de reais em depósitos especiais, os chamados DPGE, limitado também a um valor equivalente ao patrimônio líquido das instituições financeiras, numa tentativa de amenizar os efeitos da epidemia de coronavírus.

O Banco Central estima que a medida permitirá aos bancos conceder até 200 bilhões de reais em novos empréstimos a consumidores e empresas.

Os chamados DPGE foram amplamente utilizados por bancos pequenos e médios na crise financeira de 2008, quando a liquidez para instituições menores secou.

De segunda-feira da semana passada, quando o Banco Central anunciou o novo DPGE, até a véspera as emissões desse título totalizavam cerca de 480 milhões de reais, superando o total de emissões neste ano.

Ainda assim, o valor é considerado pequeno até agora, já que o apetite dos investidores permanece fraco em meio à turbulência causada pela pandemia, disse uma fonte próxima ao fundo.

O FGC também estava considerando isentar os bancos das contribuições para o fundo de resolução bancária até janeiro de 2021, mas decidiram remover esse tópico da reunião de sexta-feira.

O fundo encerrou outubro de 2019 com quase 80 bilhões de reais em ativos, recursos vindos principalmente de contribuições de bancos como Banco do Brasil, Bradesco, Itaú Unibanco e Santander Brasil, entre outros.

Procurado pela reportagem, o FGC disse que não comentará a pauta da assembleia.

FGC quer dobrar garantia de depósitos a prazo com garantia especial para R$40 mi

Por Carolina Mandl

SÃO PAULO (Reuters) – O Fundo Garantidor de Créditos planeja dobrar o valor que garante a investidores de depósitos a prazo com garantia especial (DPGE), num esforço para aumentar a liquidez dos bancos.

Os bancos decidirão sobre o aumento da garantia de 20 milhões de reais para 40 milhões por investidor e banco emissor em assembleia geral extraordinária em 3 de abril. A reunião será online por meio do aplicativo de vídeo Zoom.

Na semana passada, o Banco Central permitiu que cada banco emitisse até 2 bilhões de reais em depósitos especiais, os chamados DPGE, limitado também a um valor equivalente ao patrimônio líquido das instituições financeiras, numa tentativa de amenizar os efeitos da epidemia de coronavírus.

O Banco Central estima que a medida permitirá aos bancos conceder até 200 bilhões de reais em novos empréstimos a consumidores e empresas.

Os chamados DPGE foram amplamente utilizados por bancos pequenos e médios na crise financeira de 2008, quando a liquidez para instituições menores secou.

De segunda-feira da semana passada, quando o Banco Central anunciou o novo DPGE, até a véspera as emissões desse título totalizavam cerca de 480 milhões de reais, superando o total de emissões neste ano.

Ainda assim, o valor é considerado pequeno até agora, já que o apetite dos investidores permanece fraco em meio à turbulência causada pela pandemia, disse uma fonte próxima ao fundo.

O FGC também estava considerando isentar os bancos das contribuições para o fundo de resolução bancária até janeiro de 2021, mas decidiram remover esse tópico da reunião de sexta-feira.

O fundo encerrou outubro de 2019 com quase 80 bilhões de reais em ativos, recursos vindos principalmente de contribuições de bancos como Banco do Brasil, Bradesco, Itaú Unibanco e Santander Brasil, entre outros.

Procurado pela reportagem, o FGC disse que não comentará a pauta da assembleia.

Hedge de riscos na China leva mercados de commodities a nível recorde de negócios

XANGAI (Reuters) – A atividade comercial nos mercados de commodities da China está em disparada à medida que operadores ampliam o “hedge” de riscos, impulsionando os volumes de contratos em aberto e de negócios nos mercados futuros a recordes e máximas de vários anos em março, na esteira da epidemia de coronavírus e da volatilidade global nos preços das commodities.

A bolsa de futuros de Xangai, conhecida por seus contratos de metais básicos, registrou em março um recorde de 7,3 milhões no volume de contratos em aberto, enquanto os volumes de negócios atingiram uma máxima de quatro anos.

Já na bolsa de commodities de Dalian, casa dos futuros do minério de ferro na China, os volumes de negócios também dispararam para uma máxima de quatro anos, a 194 milhões de contratos. O interesse em aberto na bolsa de Zhenzghou, enquanto isso, bateu um recorde de 5,6 milhões de contratos.

“Os vendedores estão negociando com base no impacto do vírus à economia… Os compradores estão negociando com base nas medidas de estímulo que o governo vai implementar ou vem implementando. É uma divergência entre os participantes do mercado, e isso criou muita atividade”, disse Tiger Shi, diretor-gerente da corretora Bands Financial.

O mercado pendeu apenas para um lado quando a epidemia do coronavírus teve início, mas em março Pequim começou a encorajar a retomada da atividade econômica, em um momento em que a volatilidade aumentava nos mercados externos em função da disseminação do coronavírus, o que deu aos participantes mais sinais para que os negócios fossem realizados, afirmou Shi.

“Recebemos mais procura e novas contas em março”.

A bolsa de Xangai ressaltou que a média diária de contratos em aberto atingiu uma máxima histórica em março. Já as instituições de Dalian e Zhengzhou não responderam a pedidos por comentários.

(Reportagem de Emily Chow e Samuel Shen)

Hedge de riscos na China leva mercados de commodities a nível recorde de negócios

XANGAI (Reuters) – A atividade comercial nos mercados de commodities da China está em disparada à medida que operadores ampliam o “hedge” de riscos, impulsionando os volumes de contratos em aberto e de negócios nos mercados futuros a recordes e máximas de vários anos em março, na esteira da epidemia de coronavírus e da volatilidade global nos preços das commodities.

A bolsa de futuros de Xangai, conhecida por seus contratos de metais básicos, registrou em março um recorde de 7,3 milhões no volume de contratos em aberto, enquanto os volumes de negócios atingiram uma máxima de quatro anos.

Já na bolsa de commodities de Dalian, casa dos futuros do minério de ferro na China, os volumes de negócios também dispararam para uma máxima de quatro anos, a 194 milhões de contratos. O interesse em aberto na bolsa de Zhenzghou, enquanto isso, bateu um recorde de 5,6 milhões de contratos.

“Os vendedores estão negociando com base no impacto do vírus à economia… Os compradores estão negociando com base nas medidas de estímulo que o governo vai implementar ou vem implementando. É uma divergência entre os participantes do mercado, e isso criou muita atividade”, disse Tiger Shi, diretor-gerente da corretora Bands Financial.

O mercado pendeu apenas para um lado quando a epidemia do coronavírus teve início, mas em março Pequim começou a encorajar a retomada da atividade econômica, em um momento em que a volatilidade aumentava nos mercados externos em função da disseminação do coronavírus, o que deu aos participantes mais sinais para que os negócios fossem realizados, afirmou Shi.

“Recebemos mais procura e novas contas em março”.

A bolsa de Xangai ressaltou que a média diária de contratos em aberto atingiu uma máxima histórica em março. Já as instituições de Dalian e Zhengzhou não responderam a pedidos por comentários.

(Reportagem de Emily Chow e Samuel Shen)