Brasileiros pagam R$ 2,3 trilhões em tributos desde o início do ano

Valor pode chegar a 2,5 trilhões até o fim do ano

Valor pode chegar a 2,5 trilhões até o fim do ano
Pixabay

De acordo com o Impostômetro da ACSP (Associação Comercial de São Paulo), os brasileiros terão pago R$ 2,3 trilhões em tributos desde o início de 2019. Valor será atingido às 11 horas desta quinta-feira (5). O número corresponde ao total pago para a União, estados e municípios na forma de impostos, taxas, multas e contribuições.

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Em 2018, o Impostômetro também marcou esse valor, porém 14 dias mais tarde, em 19 de dezembro. Segundo Marcel Solimeo, economista da ACSP, a arrecadação está com um bom desempenha. “Mesmo com a economia fraca, a arrecadação vem com bom desempenho, confirmando mais uma vez, os problemas de finanças públicas no âmbito das despesas”, afirma Solimeo.

Até o final do ano, a estimativa da entidade é que a arrecadação total chegue a R$ 2,5 trilhões.

Em 2005, o Impostômetro foi criado com o intuito de conscientizar os brasileiros sobre a alta carga tributária e incentivá-los a cobrar os governos por serviços públicos de maior qualidade. No site do Impostômetro é possível encontrar os valores arrecadados por período, estado, município e categoria.

*Estagiário do R7, sob supervisão de Ana Vinhas

Inspiração: ele transformou a demissão em oportunidade e hoje trabalha na cozinha de casa

Inspiração é o novo caderno do Jornal Contábil que mostra pessoas que superaram dificuldades com muito esforço e criatividade! Hoje, ele prepara comidas indianas para vender e pensa em estratégias de crescimento para alcançar um crescente número de adeptos ao vegetarianismo e ao veganismo, que faz esse mercado movimentar R$ 15,3 milhões ao ano Aos […]

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Encomendas à indústria alemã caem 0,4% em outubro e frustram expectativas

As encomendas à indústria da Alemanha caíram 0,4% em outubro ante setembro, segundo dados com ajustes sazonais divulgados hoje pela agência de estatísticas do país, a Destatis. O resultado frustrou a expectativa de analistas consultados pelo The Wall Street Journal, que previam aumento de 0,2% nas encomendas.

Apenas as encomendas domésticas sofreram queda de 3,2% em outubro ante o mês anterior. As encomendas externas, por outro lado, avançaram 1,5% no mesmo período.

Na comparação anual, as encomendas totais mostraram contração de 5,5% em outubro, no cálculo sem ajuste sazonal.

BC da Índia mantém juro básico em 5,15% e frustra expectativas de novo corte

O Banco da Reserva da Índia (RBI, pela sigla em inglês) decidiu hoje manter sua taxa básica de juros inalterada, em 5,15%, apesar da pressão recente de líderes empresariais e de formuladores de políticas por mais relaxamento monetário.

A decisão do BC indiano surpreendeu a maioria dos economistas, que previa um novo corte da taxa, após as cinco reduções vistas este ano.

Em comunicado, o RBI disse que vai “continuar com a postura acomodatícia pelo tempo que for necessário para reativar o crescimento e, ao mesmo, garantir que a inflação permaneça dentro da meta”.

O RBI tem como objetivo manter a inflação numa faixa próxima a 4%. Fonte: Dow Jones Newswires.

PMI composto da zona do euoro se mantém em 50,6 em novembro

O índice de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) composto da zona do euro, que engloba os setores industrial e de serviços, ficou em 50,6 em novembro, repetindo o nível de outubro, segundo pesquisa final divulgada hoje pela IHS Markit.

O resultado ficou acima da leitura prévia de novembro e da previsão de analistas consultados pelo The Wall Street Journal, de 50,3 em ambos os casos.

Apenas o PMI de serviços da zona do euro caiu de 52,2 em outubro para 51,9 em novembro. A estimativa preliminar, contudo, também era menor, de 51,5.

Leituras acima de 50 indicam expansão da atividade econômica.

Sites de vendas perderam mais de R$ 90 mi por falhas na Black Friday

Sites perdem R$ 1,5 milhão por cada hora fora do ar

Sites perdem R$ 1,5 milhão por cada hora fora do ar
Bruce Mars/Pexels

As lojas virtuais brasileiras perderam mais de R$ 97 milhões durante a Black Friday da última sexta-feira (29), período mais importante para o varejo eletrônico no Brasil.

O estudo realizado pela empresa de softwares Sofist aponta que 90 dos 104 sites monitorados impediram o consumidor de navegar em seu e-commerce em algum momento do dia, somando mais de 65 horas de indisponibilidade.

Para chegar ao prejuízo, a pesquisa considerou dados do Google que apontam para a perda de R$ 1,5 milhão em receita por cada período de 60 minutos que um e-commerce ficar fora do ar durante a Black Friday.

Leia mais: Faturamento do comércio salta 20% durante a Black Friday

O levantamento leva em conta um site estava indisponível toda vez em que apresentou problemas técnicos, como páginas de erro, uso de página de espera, demora excessiva e falha no carregamento após 45 segundos do acesso inicial.

De acordo com a Sofist, “muitas empresas ainda não estão prontas para oferecer a melhor experiência no canal online para seus consumidores, seja através de um app, um site desktop ou site mobile”.

O pior momento da sexta-feira foi registrado pela manhã, das 8h às 12h, intervalo que somou mais de 37 horas de instabilidade e somou mais de R$ 55 milhões de prejuízo. O monitoramento mostra que 33 lojas virtuais foram afetadas por um sistema que apresentava um “selo de certificação”.

“A recomendação que observamos e lemos em vários canais envolvendo os e-commerces era de que o selo fosse removido ou desativado o quanto antes, dado que estava prejudicando a experiência dos usuários e as vendas”, afirma o CEO da Sofist, Bruno Abreu, sobre a falha que elevou o tempo de carregamento das páginas.

Na análise entre a noite da quinta-feira (28 de novembro) e segunda-feira (2 de dezembro), a pesquisa aponta que a perda do varejo online brasileiro no período foi de R$ 132 milhões, fruto de 88 horas e 2 minutos de indisponibilidade.

IPC-Fipe sobe 0,68% em novembro e acumula inflação de 3,43% em 2019

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que mede a inflação na cidade de São Paulo, subiu 0,68% em novembro, ganhando força em relação ao aumento de 0,16% de outubro e acelerando também ante o ganho de 0,44% observado na terceira quadrissemana do mês passado, segundo dados publicados hoje pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe).

O resultado de novembro, o maior registrado este ano, ficou acima do teto das estimativas de dez instituições de mercado consultadas pelo Projeções Broadcast, que variavam de altas de 0,48% a 0,62%, com mediana de +0,57%.

Entre janeiro e novembro, o IPC-Fipe acumulou inflação de 3,43%. No período de 12 meses até novembro, o índice avançou 3,53%.

No último mês, três dos sete componentes do IPC-Fipe passaram de deflação para inflação ou subiram com maior vigor. Foi o caso de Alimentação (de -0,09% em outubro para 1,62% em novembro), de Despesas Pessoais (de 0,59% para 1,72%) e de Vestuário (de -0,10% para 0,06%).

Por outro lado, os demais itens avançaram com menor intensidade ou migraram para deflação: Habitação (de 0,08% em outubro para -0,06% em novembro), Transportes (de 0,29% para 0,28%), Saúde (de 0,70% para 0,43%) e Educação (de 0,04% para -0,01%).

Veja abaixo como ficaram os componentes do IPC-Fipe em novembro:

– Habitação: -0,06%

– Alimentação: 1,62%

– Transportes: 0,28%

– Despesas Pessoais: 1,72%

– Saúde: 0,43%

– Vestuário: 0,06%

– Educação: -0,01%

– Índice Geral: 0,68%

Vendedor pede demissão, investe em franquia e garante vida boa à família

Joni
Simsen, de 37 anos, é franqueado Acqio há três anos. Natural de Marechal
Cândido Rondon, no Paraná, ele é 100% Acqio desde que conheceu a empresa.
“Quanto mais me esforço nesse trabalho, mais dinheiro eu ganho. Se quero
receber mais no final do mês, levanto mais cedo e faço mais visitas. Estou
conseguindo realizar os sonhos da minha família”, conta. 

Mais tempo com a
família

Além
de ganhar bastante dinheiro e conseguir proporcionar uma vida confortável para
sua família (afinal, já tem quase 800 clientes na carteira), o que Joni mais
gosta é de ter liberdade e horário flexível. Sabe aquela história de bater
cartão e dar satisfação ao chefe? Como franqueado Acqio, ele tem autonomia para
escolher o momento que vai entrar e sair do trabalho. Por isso, consegue passar
mais tempo com sua esposa Marieli e seus filhos, Pedro, de 4 anos, e Manuela,
de 1.

O melhor apoio do
mundo

Mas
Joni afirma que o mérito não é só dele: sua companheira Marieli foi e continua
sendo seu braço direito, seu ombro amigo. “Saí de um emprego estável para
apostar em um negócio novo. No início das atividades como franqueado Acqio, foi
ela quem aguentou e segurou as pontas. Foi ela quem deu segurança para a nossa
família. Isso fez com que eu me dedicasse ainda mais e, de certa forma, coragem
de arriscar nesse universo”, diz.

Para ser um
franqueado de sucesso…


É fundamental saber se relacionar. Além disso, é preciso ser organizado,
dedicado e ter disponibilidade para atender as pessoas. Transparência com os
clientes também é importante. Para Joni, o que ele conquistou hoje é por conta
de sua honestidade.

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