Cegueira afeta 39 milhões de pessoas no mundo; conheça suas principais causas

Líder do governo Joice Hasselmann articula e Congresso aprova crédito extra de R$ 248,9 bi para governo pagar benefícios

O Congresso Nacional aprovou o PLN 4/19, autorizando o governo federal a realizar operações de crédito com verba extra de R$ 248,9 bilhões para pagar despesas como aposentadorias, BPC (Benefício de Prestação Continuada), pago a idosos e deficientes de baixa renda e Bolsa Família e para o Plano Safra. A proposta foi aprovada por unanimidade dos 450 deputados e 61 senadores presentes. Os parlamentares tiveram que correr contra o tempo, pois o prazo para aprovar o projeto venceria no sábado (15). A votação ocorreu após a análise de vetos presidenciais que trancavam a pauta do Congresso.
Na prática, os parlamentares deram permissão para que o Executivo descumpra a chamada “regra de ouro”, norma constitucional que proíbe o governo de se endividar para pagar despesas correntes (como salários, benefícios sociais e manutenção de órgãos públicos). Se o governo buscasse levantar os recursos sem a autorização prévia do Congresso, o presidente Jair Bolsonaro correria risco de ser enquadrado no crime de responsabilidade fiscal, o que abriria margem para um eventual pedido de impeachment.
Acordo com a oposição
Antes de chegar ao plenário da Câmara em uma sessão conjunta com o Senado, o projeto passou pela CMO (Comissão Mista de Orçamento) após um acordo entre deputados de oposição e o Planalto. Os parlamentares reivindicaram a liberação de recursos para o programa Minha Casa, Minha Vida, a liberação de verbas para as universidades e recursos para o programa Farmácia Popular. A líder do governo no Congresso, deputada Joice Hasselmann (PSL-SP), e o relator do texto na CMO, deputado Hildo Rocha (MDB-MA), levaram a demanda ao Planalto e voltaram com o aval do Executivo. Segundo Hasselmann, será liberado R$ 1 bilhão para obras do Minha Casa, Minha Vida e R$ 550 milhões para a conclusão das obras de transposição do rio São Francisco. Em relação à área da educação, a princípio serão desbloqueados R$ 1 bilhão para universidades e R$ 330 milhões para bolsas de pesquisa ligadas ao Ministério de Ciência e Tecnologia. Em relação aos recursos para o programa Farmácia Popular, a líder do governo informou que será realizada uma reunião entre representantes da base e da oposição com o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, para discutir a questão. “Chegamos a um acordo para que de fato possamos retomar obras do Minha Casa, Minha Vida, e para que possamos cuidar do custeio da educação, garantindo que não faltará o básico às universidades”, disse Hasselmann.

Projeto “Inspire” mobiliza mulheres para o exercício da cidadania

Com o objetivo de inspirar outras mulheres a desenvolverem suas habilidades, reconhecer seus direitos e terem consciência da participação indispensável à construção da democracia e da cidadania, foi lançado na manhã desta segunda-feira (10), o Projeto Inspire – Mulheres inspirando Mulheres – no auditório da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte.

O evento trouxe convidadas para contarem suas histórias a fim de inspirar outras mulheres e promover o empoderamento feminino. Foram elas: a médica e vereadora de Natal, Carla Dickson (PROS), a educadora física e coordenadora do Instituto Ponte da Vida, Leila Maia, e a advogada e ex-vice-presidente da OAB/RN, Marisa Almeida. A vereadora Nina Souza (PDT) também participou do evento.

Presente no evento, a deputada Cristiane Dantas (SDD) destacou a importância da participação feminina na política, como ferramenta de transformação. “A política precisa de mulheres que acreditem no poder de transformação e de mudança”, disse a parlamentar.

“Uma conversa como essa é muito importante para quem tem a certeza que a mulher empoderada busca aquilo que ela sonha e, na maioria das vezes, consegue aquilo que busca”, disse Larissa Rosado, chefe de gabinete da presidência da Assembleia Legislativa e incentivadora do Projeto Inspire.

A primeira palestrante da manhã foi da advogada e ex-vice-presidente da OAB/RN, Marisa Almeida, que contou sua história e destacou o apoio dos pais em seu processo de conquista pessoal. “Acho que a primeira coisa que precisamos saber é onde queremos chegar e o que nos motiva. Então eu digo a todos que é preciso sonhar e realizar nossos sonhos”, disse Marisa Almeida.

A coordenadora do Instituto Ponte da Vida, Leila Maia, palestrante do evento, destacou a importância da fé na busca pelas realizações pessoais. “Não tem como contar a minha história sem falar da minha experiência com Deus. Depois de um assalto onde fiquei com a arma na cabeça, comecei a me perguntar qual o meu papel? O que eu vim fazer aqui? E depois de encontrar essas respostas, eu mudei a minha vida. Todas nós nascemos para fazer a diferença na vida do próximo”, contou.

Convidada a contar sua trajetória de vida, a médica e vereadora de Natal, Carla Dickson (PROS) fez questão de destacar a importância da gratidão nessa busca pelas realizações pessoais. “Quando você pensar que não tem nada para agradecer; abra a janela e lembre: você enxerga, você ouve, você sente cheiro, você está viva. Agradeça sempre!”, aconselhou Carla Dickson.

A delegada Sheila Freitas, durante a sua fala, destacou a importância da mulher ser empoderada e conhecer a sua força. “Lugar de mulher é onde ela quiser. Eu amo o lugar onde estou. E amo ser delgada de polícia”, disse a delegada.

O evento foi organizado pela Revista “Elas por Ela”, publicação potiguar voltada para o público feminino com foco na valorização da mulher, com coordenação da fotógrafa e diretora executiva da revista, Kalina Veloso. Durante o evento, as mulheres presentes participaram do sorteio de brindes.

Governo do RN recua e decide manter Hospital Ruy Pereira

Secretário de Saúde do estado havia dito no dia 5 de junho que hospital seria fechado pelas más condições na estrutura do prédio.

O Governo do Rio Grande do Norte decidiu que vai manter o Hospital Doutor Ruy Pereira do Santos, que fica em Petrópolis, na Zona Leste de Natal, em funcionamento. A decisão foi tomada nesta segunda-feira (10) em reunião que contou com a presença do titular da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), Cipriano Maia, do secretário adjunto de Saúde, Petrônio Spinelli, e de técnicos da pasta.

“Decidimos claramente manter a continuidade dos serviços que já vem sendo prestado à população, com qualidade, como este governo instituiu, e tomar as medidas necessárias para que não haja descontinuidade no atendimento”, informou o secretário Cipriano Maia.

Na quarta-feira passada (5), o próprio secretário de Saúde do RN havia confirmado o fechamento do hospital ao alegar deficiência na estrutura do prédio em que ele funciona atualmente.

Segundo Maia, para que o Hospital Ruy Pereira siga em funcionamento, haverá a renovação do “contrato pelo período que for necessário”, além de uma “reavaliação das condições estruturais do prédio” em que a unidade de saúde está instalada. O contrato atual de locação do prédio se encerra no mês de agosto.

O Governo do Rio Grande do Norte informou ainda que as medidas tomadas serão discutidas com a sociedade e com órgãos de fiscalização e controle.

Hospital Ruy Pereira

O Hospital Ruy Pereira é referência no Rio Grande do Norte em cirurgias vasculares e o principal destino de pessoas em tratamento para problemas como o “pé diabético”. A unidade tem 80 leitos clínicos de enfermaria e 10 leitos de UTI.

Há aproximadamente dois meses, o hospital foi tido como referência para atendimento de pacientes vasculares. A unidade foi inaugurada em outubro de 2010 e funciona no prédio do antigo Itorn, no bairro de Petrópolis. O Ruy Pereira possui um centro cirúrgico com três salas; o ambulatório especializado atende 20 pessoas em média por dia; admite a internação de cerca de 100 a 120 pacientes por mês; e em maio registrou 209 procedimentos cirúrgicos realizados.

O Governo do Estado paga R$ 200 mil mensais de aluguel pelo uso do imóvel, cujo contrato vence no fim do mês de agosto.

Ministro da Saúde garante envio de vacinas contra sarampo a estados: ‘pronto para abastecer todas as unidades do Brasil’

São Paulo já solicitou reforço e receberá três milhões de doses do governo federal. Titular da pasta descartou possibilidade de campanha nacional.

Em visita a Porto Alegre nesta sexta-feira (7), o ministro da Saúde,Luiz Henrique Mandetta , garantiu a distribuição de doses de vacina contra o sarampo para os estados que fizerem a solicitação à pasta. A possibilidade de uma campanha nacional, no entanto, foi descartada.

“A partir do momento em que [os estados] vão solicitando as vacinas, o Programa Nacional de Imunizações está pronto para abastecer todas as unidades do Brasil, mas como campanha, não”, esclarece o ministro.

Autoridades do Ministério da Saúde haviam sinalizado a chance de uma campanha contra a doença ser realizada ainda neste mês de junho em todo o país.

Mandetta também assegurou o envio de 3 milhões de doses de vacina contra o sarampo para São Paulo. A campanha estadual começa na próxima segunda-feira (10).

“São Paulo, a cidade, que solicitou doses para reforço, em função de que observou casos durante o carnaval, aqueles navios que pararam, que a gente teve que entrar para vacinar 6 mil, 7 mil casos de sarampo dentro daqueles navios. São Paulo registrou casos autóctones”, justifica o ministro.

O titular da pasta também fez um apelo para que os pais e as autoridades municipais e estaduais façam “o dever de casa e vacinem”.

Entenda o que é sarampo, quais os sintomas, como é o tratamento e quem deve se vacinar  — Foto: Infografia: Karina Almeida/G1

“Nova Iorque decretou emergência sanitária por conta de sarampo. É uma doença de transmissão muito rápida. Venezuela não está fazendo vacinação. Entramos pelo estado de Roraima, teve epidemia em Roraima. Depois, teve Manaus, quase 20 mil casos. Depois, foi para Belém, conseguimos segurar com vacinação”, exemplifica o ministro.

Um balanço extra-oficial elaborado a partir de dados de secretarias estaduais aponta que o Brasil teve 107 casos da doença confirmados em 2019.

Após evento na Santa Casa de Porto Alegre, o ministro também anunciou o aporte de R$ 2,8 milhões para a compra de um angiógrafo, aparelho de neuroradiologia, para a casa de saúde.

Psoríase, a doença crônica que afasta pacientes da “vida normal” no Brasil

Ainda sem cura e na corrida por aprovação de medicamentos adequados, a psoríase é uma doença crônica e inflamatória de pele que já atinge mais de cinco milhões de brasileiros em uma curva crescente ano a ano, mas o que vem preocupando pesquisadores e médicos são os impactos causados por ela, como outras complicações metabólicas e até mesmo o preconceito.

Pacientes reclamam do isolamento que sofrem devido à aparência da enfermidade, que causa coceiras, descamação e lesões na pele. No entanto, a preocupação da comunidade médica tem sido maior em relação à artrite e à sídrome metabólica, consequentes da falta de tratamento da psoríase.

“Se o paciente for tratado – e hoje temos vários tratamentos efetivos – ele não terá lesão de pele. Ter o controle da psoríase significa que os pacientes podem ter uma vida normal, sem serem isolados ou estigmatizados e irão esquecer que têm a doença”, afirmou à Efe a médica Cacilda da Silva Souza, responsável pelo Ambulatório de Psoríase do Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo.

A médica conta que muitas pessoas com a doença faltam ao trabalho, ou não conseguem um posto no mercado por causa das lesões na pele e passam por um “isolamento social destrutivo”, o que pode ser somado às complicações da psoríase.

Estudo brasileiro

Souza coordenou um estudo brasileiro publicado no Journal of Dermatology, em novembro de 2018, que mostra que 50 % dos pacientes com psoríase apresentam também síndrome metabólica e 41,8 % têm sinais e sintomas de artrite psoriásica.

De acordo com dados da Sociedade Brasileira de Endocrinologia, a síndrome metabólica se caracteriza pela presença de ao menos três complicações como obesidade, hipertensão arterial, glicemia, triglicerídeos e colesterol alterados, que são os principais fatores de risco para doenças cardiovasculares.

A pesquisa Beyond, patrocinada pela biofarmacêutica AbbVie,também identificou que os pacientes deixam de realizar tarefas diárias, o que impactou na qualidade de vida, como apontaram 66,4 % dos pacientes observados.

Foram acompanhados 293 pacientes das regiões Norte, Sudeste e Sul do Brasil, com diagnóstico de psoríase moderada a grave, sendo 51,9 % homens com idade média de 52 anos, dos quais 31,4 % estavam empregados à época, 35,8 % consumiam pelo menos uma dose de álcool por semana e 33,4 % eram sedentários.

Os pacientes foram observados entre abril de 2014 e maio de 2015 por dermatologistas e reumatologistas em três visitas, com intervalo médio de 30 dias entre cada uma.

De acordo com a médica, estes sinais são estimulantes para pesquisadores, médicos e indústria a fim de acelerar a busca por novas medicações e tratamentos para amenizar os impactos da psoríase.

“Devemos atentar para o diagnóstico precoce e o tratamento adequado da artrite psoriásica, como também às morbidades que compreendem a síndrome metabólica. O estudo enfatiza a importância do cuidado global ao paciente com psoríase e a relevância da cooperação entre dermatologistas e demais especialistas para as medidas de prevenção e tratamentos efetivos”, acrescentou.

Estudo alerta sobre graves riscos de bebidas energéticas para a saúde

Bebidas energéticas têm alto teor de cafeína, açúcares, vitaminas e estimulantes

Bebidas energéticas têm alto teor de cafeína, açúcares, vitaminas e estimulantes
Pixabay

As bebidas energéticas, muito populares especialmente entre os jovens, representam graves riscos para a saúde, segundo advertiu nesta quarta-feira (29) a Associação Americana do Coração.

Um artigo publicado nesta quarta-feira (29) na revista acadêmica Journal of the American Heart Association indica que a ingestão de 900 mililitros de uma dessas bebidas em um curto período de tempo pode aumentar a pressão arterial e o risco de distúrbios elétricos no coração.

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Estas bebidas, que surgiram na década de 90, em geral têm alto teor de cafeína e açúcares, vitaminas e estimulantes de origem vegetal – como guaraná ou ginkgo biloba e taurina -, além de metabolitos – como a carnitina. Outros ingredientes achados nas bebidas usadas na pesquisa incluem vitamina B e glucoronolactona, encontrada em plantas e em tecidos conjuntivo.

O estudo recrutou 34 voluntários com boa saúde e idades entre 18 e 40 anos. Os participantes receberam ao acaso 900 mililitros de uma das duas bebidas energéticas comumente vendidas ou a de um placebo em três dias diferentes.

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Os participantes consumiram as bebidas em uma hora, mas sem ultrapassar 450 miligramas em menos de 30 minutos. Ambas as bebidas energéticas continham de 304 a 320 miligramas de cafeína para cada 900 mililitros. O placebo consistia em água gaseificada e suco de limão.

Os pesquisadores mediram a atividade elétrica no coração dos voluntários com eletrocardiograma e avaliaram a pressão arterial. Todas as medições foram feitas no início do estudo e a cada 30 minutos durante quatro horas depois da ingestão das bebidas.

O estudo constatou que, nos participantes que tinham consumido alguma das bebidas energéticas, o intervalo QT nos eletrocardiogramas foi 7,7 milissegundos maior em quatro horas do que nos que tomaram o placebo.

O intervalo QT mede o tempo que os ventrículos do coração levam se preparando para a próxima pulsação. Se o intervalo é muito curto ou longo demais, o resultado pode ser um batimento anormal ou a arritmia.

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“Encontramos conexões entre o consumo de bebidas energéticas, as mudanças em intervalos QT e a pressão sanguínea que não podem ser atribuídas à cafeína. Temos que estudar urgentemente os ingredientes particulares ou a combinação de ingredientes em diferentes tipos de bebidas energéticas para explicar as conclusões do nosso teste clínico”, explicou Sachin Shah, professor de farmácia da Universidade do Pacífico, em Stockton, na Califórnia, que dirigiu a pesquisa.

De acordo com Shah, o público deve estar ciente do impacto das bebidas energéticas no corpo, especialmente se a pessoa tiver condições especiais de saúde.

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Remédio mais caro do mundo de R$ 8 milhões leva à cura de doença rara

O Zolgensma foi aprovado nos EUA, mas ainda não está disponível no país

O Zolgensma foi aprovado nos EUA, mas ainda não está disponível no país
Divulgação

A FDA (Food and Drug Administration), órgão regulador de medicamentos nos  Estados Unidos, aprovou na última sexta-feira (24) o remédio mais caro do mundo.

Com o custo de US$ 2,125 milhões, o equivalente a R$ 8,4 milhões, trata-se de um tratamento para a AME (atrofia muscular espinhal), uma doença genética rara que leva à morte nos primeiros anos de vida.

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O remédio deve começar a ser comercializado imediatamente nos Estados Unidos, segundo o fabricante, a empresa farmacêutica Novartis, mas ainda não há previsão de lançamento no Brasil.

A AME é a principal causa genética de morte de bebês. A doença provoca a degeneração de neurônios na medula espinal, levando à redução da força muscular e à paralisia progressiva. Na forma mais grave, resulta em ventilação permanente ou morte aos 2 anos de idade em mais de 90% dos casos.

Crianças sem tratamento não conseguem levantar a cabeça, sentar ou rolar, têm dificuldade para engolir e respirar e precisam de cuidados 24 horas por dia.

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Estima-se que 1 em cada 10 mil crianças tenha a doença e há cerca de 8 mil casos confirmados no Brasil, segundo a Associação Brasileira de Amiotrofia Espinhal (Abrame).

O remédio, considerado revolucionário, se chama Zolgensma. Ele atua na raíz genética, fornecendo uma cópia do gene SMN1 defeituoso ou ausente, interrompendo a progressão da doença, segundo a Novartis.

É necessária apenas uma dose para fazer efeito. Segundo o fabricante, o medicamento leva à cura da doença. Não se sabe ainda, apenas, se os efeitos são permanentes.

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“Em estudo, pacientes tratados com Zolgensma alcançaram marcos motores nunca vistos na história da doença, incluindo sentar-se, falar e, em alguns casos, andarem, sem declínio de efeito quase quatro anos após a dosagem”, afirmou a empresa por meio de nota.

A Novartis oferece um plano de parcelamento do remédio em cinco anos, com o valor fixo de US$ 425 mil por parcela, de acordo com publicado no site de notícias financeiras Business Insider.

Ainda segundo o site, em uma coletiva de imprensa realizada no lançamento do remédio, os executivos da empresa classificaram o preço justo levando em conta o que o tratamento proporciona.

“O Zolgensma pode criar uma vida inteira de possibilidades para crianças e famílias afetadas por essa condição devastadora”, disse o presidente-executivo da Novartis, Vas Narasimhan, por meio de nota.

Até o momento, o tratamento da doença era feito com o remédio Spinraza. Ele foi aprovado pela FDA em 2016. Seu custo também é alto, chegando a US$ 750 mil no primeiro ano de tratamento e US$ 375 mil nos anos seguintes.

No Brasil, o SUS (Sistema Único de Saúde) disponibiliza esse medicamento para pacientes com AME tipo 1, com “diagnóstico genético confirmatório que não estejam em ventilação mecânica invasiva permanente” desde 2 de maio deste ano.

Saiba quais são as doenças raras mais comuns no Brasil: