As teorias que veem o Big Bang não como o início, mas uma ‘transformação’ do Universo

O Universo que podemos ver atualmente é composto de aglomerados de partículas, poeira, estrelas, buracos negros, galáxias e radiação

O Universo que podemos ver atualmente é composto de aglomerados de partículas, poeira, estrelas, buracos negros, galáxias e radiação


NASA/JPL-Caltech/ESA/CXC/STScI

A história tradicional do Universo tem começo, meio e fim.

Tudo começou com o Big Bang, 13,8 bilhões de anos atrás, quando o Universo era pequeno, quente e denso.

Em menos de um bilionésimo de bilionésimo de segundo, aquele pequeno Universo se expandiu para mais de bilhões de vezes seu tamanho original por meio de um processo chamado “inflação cósmica”.

A seguir veio “a saída graciosa”, quando a inflação parou. O Universo continuava se expandindo e esfriando, mas a uma fração da taxa inicial.

Nos 380 mil anos seguintes, o Universo foi tão denso que nem a luz foi capaz se mover através dele — o cosmos era formado por um plasma opaco e superquente de partículas dispersas.

Quando as coisas finalmente esfriaram o suficiente para os primeiros átomos de hidrogênio se formassem, o Universo rapidamente se tornou transparente.

A radiação irrompeu em todas as direções, e o Universo estava a caminho de se tornar a entidade irregular que vemos hoje, com vastas faixas de espaço vazio pontuadas por aglomerados de partículas, poeira, estrelas, buracos negros, galáxias, radiação e outras formas de matéria e energia.

Em algum momento, esses pedaços de matéria se afastarão tanto que desaparecerão lentamente, segundo alguns modelos matemáticos. O Universo se tornará uma sopa fria e uniforme de fótons isolados. Não é um final particularmente dramático, embora satisfatório.

Mas e se o Big Bang não foi realmente o começo de tudo?

Talvez tenha sido um ponto de virada em um ciclo contínuo de contração e expansão. Ou poderia ser mais como um ponto de reflexão, com uma imagem espelhada do nosso Universo expandindo-se para o “outro lado”, onde a antimatéria substitui a matéria e o próprio tempo flui para trás.

Ou ainda um momento de transição em um Universo que sempre esteve — e sempre estará — em expansão. Todas essas teorias estão fora da cosmologia convencional, mas são apoiadas por cientistas influentes.

O crescente número dessas teorias concorrentes sugere que agora é hora de deixar de lado a ideia de que o Big Bang marcou o início do espaço e do tempo. E até mesmo de que possa haver um fim.

A teoria da inflação cósmica é falha?

Muitas teorias concorrentes sobre Big Bang resultam de uma profunda insatisfação com a ideia de inflação cósmica.

 

Cicatrizes deixadas pelo Big Bang na forma de uma fraca radiação de microondas que permeia todo o cosmos fornecem pistas sobre como era o Universo primitivo

Cicatrizes deixadas pelo Big Bang na forma de uma fraca radiação de microondas que permeia todo o cosmos fornecem pistas sobre como era o Universo primitivo


BBC NEWS BRASIL

“Tenho que confessar que nunca gostei da inflação desde o início”, diz Neil Turok, ex-diretor do Instituto Perimeter de Física Teórica em Waterloo, no Canadá.

“O paradigma inflacionário falhou”, acrescenta Paul Steinhardt, professor de ciências na Universidade Princeton, nos Estados Unidos, e proponente do modelo de que o Big Bang foi um ponto de virada em um ciclo contínuo de contração e expansão do Universo.

“Sempre considerei a inflação uma teoria muito artificial”, diz Roger Penrose, professor emérito de matemática na Universidade de Oxford, no Reino Unido.

“A principal razão pela qual essa teoria não morreu ao nascer é que era a única coisa que as pessoas podiam pensar para explicar o que chamam de ‘invariância em escala das flutuações de temperatura do fundo cósmico de micro-ondas’.”

O Fundo Cósmico de Microondas (ou CMB, na sigla inglês) tem sido um fator fundamental em todos os modelos do Universo desde que foi observado pela primeira vez em 1965. É uma fraca radiação ambiente encontrada em todo lugar no Universo observável que remonta àquele momento em que o Universo tornou-se transparente.

O CMB é uma importante fonte de informações sobre como era o Universo primitivo. É também um mistério tentador para os físicos. Para todas as direções que os cientistas apontam um radiotelescópio, o CMB parece ser o mesmo, mesmo em regiões que aparentemente nunca poderiam ter interagido entre si em nenhum momento dos 13,8 bilhões de anos de história do Universo.

“A temperatura do CMB é a mesma em lados opostos do céu, e essas partes do céu nunca teriam entrado em contato”, diz Katie Mack, cosmóloga da Universidade Estadual da Carolina do Norte, nos Estados Unidos.

“Algo teria que conectar essas duas regiões do Universo no passado. Algo tinha que fazer com que essa parte do céu tivesse a mesma temperatura que essa outra parte do céu.”

Sem algum mecanismo para uniformizar a temperatura no Universo observável, os cientistas esperariam variações muito maiores entre diferentes regiões.

A inflação oferece uma maneira de resolver esse “problema de homogeneidade”, com um período de expansão tão intensa e rápida que que quase tudo acabou indo parar muito além da região a qual podemos observar e com o que podemos interagir.

Nosso Universo observável se expandiu de uma minúscula região homogênea dentro daquela confusão quente primordial, produzindo o CMB uniforme. Outras regiões além do que podemos observar podem ser bem diferentes.

“A inflação parece ser algo que tem apoio suficiente dos dados para que possamos tomá-la como padrão”, diz Mack.

“É o que ensino nas minhas aulas. Mas sempre digo que não sabemos ao certo se isso aconteceu. Mas parece se ajustar bem os dados e é o que a maioria das pessoas diria ser mais provável.”

Mas sempre houve deficiências com a teoria. Em especial, não há um mecanismo específico para desencadear a expansão inflacionária ou uma explicação testável de como a saída graciosa poderia acontecer.

Uma ideia apresentada pelos defensores da inflação é que partículas teóricas compuseram algo chamado “campo de inflação” que impulsionou a inflação e depois se decompôs nas partículas que vemos ao nosso redor hoje.

Mas, mesmo com ajustes como esse, a teoria da inflação faz previsões que, pelo menos até agora, não foram confirmadas.

Ela diz que o espaço-tempo deve ter sido distorcido por ondas gravitacionais primordiais que ricochetearam pelo Universo com o Big Bang. Mas, embora certos tipos de ondas gravitacionais tenham sido detectadas, ainda não foi encontrada nenhuma destas primordiais para dar suporte à teoria.

A física quântica também leva a teoria da inflação a lugares confusos. Prevê-se que as raras flutuações quânticas façam com que a inflação divida o espaço em um número infinito de remendos com propriedades totalmente diferentes — um “Multiverso” no qual literalmente ocorre tudo que seja imaginável.

“A teoria é completamente inconclusiva”, diz Steinhardt. “Só podemos dizer que o Universo observável pode ser assim ou assado ou qualquer outra possibilidade que você possa imaginar, dependendo de onde estivermos no Multiverso. Não é descartado nada que seja fisicamente concebível.”

Steinhardt, que foi um dos arquitetos originais da teoria inflacionária, enfim se cansou da falta de capacidade de previsão e de testabilidade.

“Realmente precisamos imaginar que existe um número infinito de universos confusos que nunca vimos e nunca veremos para explicar o Universo simples e notavelmente suave que observamos?”, ele questiona. “Eu digo que não. Temos que procurar uma ideia melhor.”

Um ponto de virada e o ‘Universo Espelho’

Em vez de ser um começo, o Big Bang poderia ter sido um momento de transição de um período de espaço e tempo para outro

Em vez de ser um começo, o Big Bang poderia ter sido um momento de transição de um período de espaço e tempo para outro


Alamy

O problema pode ter a ver com o próprio Big Bang e com a ideia de que houve um começo no espaço e no tempo.

A teoria de que o Big Bang pode ter sido um ponto de virada vai de encontro à imagem de um Universo quente e denso que começou a se expandir e esfriar 13,8 bilhões de anos atrás.

Mas, em vez de ser o começo do espaço e do tempo, esse foi um momento de transição de uma fase anterior, durante a qual o espaço estava se contraindo.

Em um salto, em vez de uma explosão, diz Steinhardt, partes distantes do cosmos teriam muito tempo para interagir umas com as outras e formar um único Universo suave, no qual as fontes de radiação CMB teriam a chance de se equilibrar. De fato, é possível que o tempo tenha sempre existido.

“E se um salto aconteceu no nosso passado, por que não poderia haver muitos deles?”, diz Steinhardt. “Nesse caso, é plausível que exista um em nosso futuro. Nosso Universo em expansão pode começar a se contrair, retornando a esse estado denso e iniciando o ciclo de novamente.”

Steinhardt e Turok trabalharam juntos em algumas versões anteriores deste modelo, nas quais o Universo encolheu a um tamanho tão pequeno que a física quântica sobrepôs a física clássica, deixando as previsões incertas.

Mais recentemente, porém, outra colaboradora de Steinhardt, Anna Ijjas, desenvolveu um modelo em que o Universo nunca fica tão pequeno a ponto de a física quântica predominar.

“É uma ideia bastante prosaica e conservadora, descrita em todos os momentos por equações clássicas”, diz Steinhardt.

“A inflação diz que há um Multiverso, que há um número infinito de maneiras pelas quais o Universo pode surgir e que vivemos naquele que é suave e plano. Isso é possível, mas não provável.”

Neil Turok também vem explorando outra alternativa mais simples à teoria inflacionária, o “Universo Espelho”. Ele prevê que outro universo dominado pela antimatéria, mas governado pelas mesmas leis físicas que as nossas, está se expandindo para o outro lado do Big Bang — uma espécie de “antiuniverso”, se você preferir.

“Deduzo uma coisa das observações dos últimos 30 anos, que é que o Universo é incrivelmente simples”, diz ele.

“Em grande escala, não é caótico. Não é aleatório. É incrivelmente ordenado e regular e requer muito poucos números para descrever tudo.”

 

Nosso Universo que flui no tempo futuro pode ter um reflexo perfeito que também se estende na direção contrária do evento que chamamos de Big Bang

Nosso Universo que flui no tempo futuro pode ter um reflexo perfeito que também se estende na direção contrária do evento que chamamos de Big Bang
Alamy

Com isso em mente, Turok não vê lugar para um Multiverso, outras dimensões ou novas partículas para explicar o que pode ser visto quando olhamos para o céu.

O Universo Espelho oferece explicação para tudo isso — e também pode resolver um dos grandes mistérios do Universo.

Se você somar toda a massa conhecida em uma galáxia — estrelas, nebulosas, buracos negros e assim por diante —, o total não cria gravidade suficiente para explicar o movimento dentro de galáxias e entre elas.

O restante parece ser composto por algo que não podemos ver: matéria escura. Esse material misterioso é responsável por cerca de 85% da matéria no Universo.

O modelo do Universo Espelho prevê que o Big Bang produziu uma partícula conhecida como “neutrinos destros” em abundância.

Embora físicos de partículas ainda não as tenham observado diretamente, eles têm certeza de que existem. E são elas que compõem a matéria escura, de acordo com aqueles que apoiam a teoria do Universo Espelho.

“É a única partícula nessa lista (de partículas no modelo padrão) que possui as duas propriedades necessárias que ainda não foram observadas diretamente e pode ser estável”, diz Latham Boyle, um dos principais defensores da teoria do Universo Espelho e colega de Turok no Instituto Perimeter.

A teoria dos ciclos cosmológicos

Talvez a alternativa mais desafiadora ao Big Bang e à inflação seja a teoria de “Cosmologia Cíclica Conforme” (CCC), de Roger Penrose.

Como a teoria do ponto de virada, ela envolve um universo que pode ter existido para sempre. Mas, no CCC, ele nunca passa por períodos de contração, apenas se expande. “A opinião que tenho é que o Big Bang não foi o começo”, diz Penrose.

“A imagem completa do que sabemos hoje em dia, toda a história do Universo, é o que eu chamo de ‘era’ em uma sucessão de eras.”

O modelo de Penrose prevê que grande parte da matéria no Universo acabará sendo arrastada para buracos negros ultramassivos.

À medida que o Universo se expandirá e esfriará para quase zero absoluto, esses buracos negros “ferverão” por meio de um fenômeno chamado Radiação Hawking.

“É preciso pensar em termos de anos de googol, o que significa um número 1 com 100 zeros”, diz Penrose.

“Esse é o número de anos para que os buracos negros realmente grandes finalmente desapareçam. E então você terá um Universo dominado por fótons (partículas de luz).”

Penrose diz que, nesse ponto, o Universo começará a ter uma aparência semelhante à de seu início, preparando o cenário para o início de outra era.

Uma das previsões do CCC é que pode haver um registro de uma era anterior na radiação cósmica de fundo que originalmente inspirou o modelo de inflação.

Quando buracos negros hipermassivos colidem, o impacto libera uma enorme quantidade de energia na forma de ondas gravitacionais. Quando finalmente evaporam, liberam uma enorme quantidade de energia na forma de fótons de baixa frequência.

Ambos os fenômenos são tão poderosos, diz Penrose, que podem “irromper para o outro lado” de uma transição de uma era para outra, cada uma deixando seu próprio tipo de “sinal” incorporado no CMB como um eco do passado.

Penrose chama os padrões deixados para trás pela evaporação dos buracos negros de “Pontos Hawking”.

Nos primeiros 380 mil anos da era atual, esses seriam apenas pequenos pontos no cosmos, mas à medida que o Universo se expandisse, eles apareceriam como “manchas” no céu.

Penrose tem trabalhado com cosmólogos poloneses, coreanos e armênios para verificar se esses padrões podem realmente ser encontrados por meio da comparação de medições do CMB com milhares de padrões aleatórios.

“A conclusão a que chegamos é que vemos esses pontos no céu com 99,98% de confiança”, diz Penrose.

O mundo da física permaneceu, no entanto, amplamente cético em relação a esses resultados até o momento e houve um interesse limitado entre os cosmólogos em tentar replicar a análise de Penrose.

É improvável que possamos observar diretamente o que aconteceu nos primeiros momentos após o Big Bang e muito menos nos momentos anteriores.

O plasma opaco superaquecido que existia nos primeiros momentos provavelmente obscurecerá para sempre nossa visão.

Mas existem outros fenômenos potencialmente observáveis, como ondas gravitacionais primordiais, buracos negros primordiais, neutrinos destros, que podem nos fornecer algumas pistas sobre quais teorias sobre o Universo estão corretas.

“À medida que desenvolvemos novas teorias e modelos de cosmologia, elas nos dão outras previsões interessantes que podemos investigar”, diz Mack.

“A esperança não é necessariamente que vejamos o começo de tudo diretamente, mas que talvez, de alguma forma, possamos entender melhor a estrutura da própria física.”

Até lá, a história do Universo, seu início e se tem um fim, continuará sendo debatida.

Cientistas criam tela dobrável e ultrafina para smartphones 

A tela usa apenas 3 materiais para ser fabricada

A tela usa apenas 3 materiais para ser fabricada
Divulgação/RTMI

Pesquisadores australianos desenvolveram um material feito a partir de um fino óxido e uma técnica de impressão para criar a tela do futuro. O material é 100 vezes mais fino do que o vidro usado nas atuais telas de smartphones e foi desenvolvido especificamente para telas que funcionam por toque.

Além de ser flexível, ela pode ser dobrada, como uma folha de papel. Essa pode ser uma alternativa para resolver a fragilidade dos aparelhos com tela dobrável lançados nos últimos meses.

“Nós pegamos um material velho e transformamos em uma versão totalmente dobrável e flexível” afirma Torben Daeneke, pesquisador da Universidade RTMI, que desenvolveu o material, fez um protótipo de tela e patenteou seu uso.

Equipe mo RTMI responsável pela descoberta

Equipe mo RTMI responsável pela descoberta
Divulgação/RTMI

Como o material é mais fino, permite com que mais luz passe pela tela, economizando bateria para iluminar o dispositivo. O pesquisador promete poupar até 10% do consumo total de energia.

O novo material absorve apenas 0,7% da luz que recebe em comparação com 10% dos vidros convencionais. Isso significa uma tela sem reflexos, mais clara e nítida.
A equipe afirma que essa é uma forma mais acessível de usar telas, já que sua produção é rápida e não exige mão de obra especializada, “poderia ser feito na cozinha de casa” afirma Daeneke.

*Estagiário do R7, sob supervisão de Pablo Marques

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Saiba como fazer a montagem da brincadeira das quatro redes sociais

A nova brincadeira da internet compara as diferenças entre as fotos de perfil em quatro rede sociais: Facebook, LinkedIn, Instagram e Tinder. A brincadeira começou com uma postagem no Instagram da atriz norte-americana Dolly Parton na última terça-feira (21). Desde então, famosos e até animais de estimação ganharam versões da montagem que circula pela internet. Um dos jeitos de fazer a montagem é pelo aplicativo Layot for Instagram, disponível para aparelhos com sistema operacional Android e também para iPhones

O app faz montagens com pelo menos duas fotos que podem ser selecionas na própria
biblioteca ou tiradas na hora. É possível escolher como será o
tamanho e a posição de cada imagem. No caso do desafio, selecione apenas quatro fotos que te representam em
cada uma das redes sociais da brincadeira 

A ferramenta mostra na parte de cima da tela as possíveis posições das fotos para fazer uma montagem. Escolha o formato com quatro fotos quadradas e depois escolha a ordem
em que cada imagem deve aparecer arrastando com o dedo. Ajuste o
enquadramento de cada uma e clique em salvar, no canto superior direito

Para escreve o nome de cada rede social, abra o Story do Instagram como se fosse fazer uma nova postagem, arrastando para o lado ou clicando na foto do perfil. A imagem criada no aplicativo Layout for Instagram aparecerá no pé da tela logo nas primeiras posições por ser a última foto salva na biblioteca do celular. Com a foto aberta no Story, toque nas letrinhas, no canto superior direito, para habilitar a ferramenta de texto

 Escreva, ajuste o tamanho das letras na barra lateral e depois toque em concluir, no canto superior direito

O próximo passo é arrastar o nome da rede social para a foto correspondente. Faça isso quatro vezes, uma para cada imagem que está na montagem

Se a intenção for fazer a brincadeira pelo próprio Story, está tudo certo para publicar a montagem para os seus seguidores

Para postar no feed do perfil de qualquer outra rede social, toque na setinha para baixo, que está na parte de cima da tela para fazer o download da montagem no seu celular

No caso do feed do Instagram, coloque uma legenda, marque algum amigo, uses hashtags e poste no seu perfil

Troca de celular: aparelhos incríveis para comparar e comprar

Vai dar adeus ao seu aparelho novo? Compare os modelos antes de comprar

Vai dar adeus ao seu aparelho novo? Compare os modelos antes de comprar
Pixabay

Chegou a hora de dizer adeus ao seu velho aparelho de telefone celular. Você precisa de um smartphone novo, mas está com dificuldades para decidir por um modelo. Se estas uma destas duas afirmativas tem a ver com seu momento, a solução pode estar nesta lista.

Buscamos os celulares com melhor custo-benefício, o que significa dizer que são bonitos, funcionais e com um preço mais em conta se comparados aos demais do mercado. Todos funcionam em compatibilidade com o sistema Android, veja se um deles tem a sua cara.

Um celular robusto, com tela de 6.3 polegadas e 64GB de RAM. O smartphone Xiaomi Redmi Note 8 tem uma câmera que supera expectativas, bateria que dura muito e alto desempenho para jogos e vídeos.

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O modelo Mi 9T apresenta robustos 128GB com 6GB de RAM, tela super Amoled de 6.39 polegadas e câmera frontal retrátil. Três câmeras traseiras são SONY 48MP, 8MP e 13MP. Além disso, seu processador é um Snapdragon 730 e o carregamento da baterial, ultrarrápido.

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O Redmi Note 8 Pro é ideal para quem busca alta resolução: sua câmera frontal tem 20MP e a tela é de 6.53 polegadas. Qualidade de áudio superior, desempenho em vídeos de altíssimo padrão e bateria que chega a mais de dois dias de duração são outros pontos positivos deste modelo.

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Um dos celulares mais potentes do mercado, o Mi 9T Pro Snapdragon vem equipado com processador octacore, GPU adreno 640 e memória RAM de 6GB. Sua tela infinita apresenta incríveis 6.39 polegadas e ocupa mais de 86% da parte frontal do aparelho. Também no padrão foto e vídeo sua performance conquista cada vez mais usuários. Sem falar das cores lindas disponíveis.

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Como esse pombo robô pode inspirar o futuro da aviação

Como esse pombo robô pode inspirar o futuro da aviação

Pesquisadores da Universidade de Stanford desenvolveram um robô alado que imita a maneira como os pássaros voam e poderia inspirar a próxima geração de robôs voadores. Pesquisadores de Stanford criaram o PigeonBot imitando a maneira como os pássaros voam e mudam o formato de suas asas. Eles esperam inspirar futuros designs analisando o movimento das penas e aproximando aviões e drones do voo de pássaros.

Bodog Rudy Show estreia mais uma temporada com Rudy Landucci no comando

Humorista Rudy comanda o Bodog Rudy Show

Humorista Rudy comanda o Bodog Rudy Show
Programa Inova 360

O canal Bodog Rudy Show, dentro do Bodog Brasil, sob o comando do humorista Rudy Landucci, está confirmado por mais um ano. A nova temporada do canal no Youtube começa no mês que vem e preserva sua principal característica, as entrevistas com grandes nomes do futebol e os desafios que Rudy faz aos convidados, sempre com muito humor. As temporadas anteriores reuniram nomes de peso como Vampeta, Zinho, Alê Oliveira, Carlos Alberto, Neto, Amaral, Amoroso e Silvio Luiz.

A série online, promovida pela marca Bodog Brasil, traz entrevistas de Rudy com personalidades do futebol, boleiros ou não, num tom informal, mostrando a vida pessoal dos convidados e situações marcantes de suas carreiras, com jogos de desafios descontraídos.

O  humorista Rudy Landucci, também embaixador do Bodog, começou sua carreira como humorista nos palcos de stand up e logo se destacou no meio. Antes disso tentou carreira como jogador, mas sua veia cômica falou mais alto e ele investiu na arte de fazer rir. “Joguei na categoria de base do Palmeiras e do São Paulo e foi daí, inclusive, que eu resolvi ser humorista, porque eu fazia mais as pessoas rirem do que era bom jogando”, comenta.

Com passagem em programas, como Altas Horas, é bastante conhecido por suas imitações de jogadores, personalidades do esporte e cantores. Esse seu dom, inclusive, é muito usado no programa para brincar com os convidados.

O conteúdo está disponível em: https://www.youtube.com/bodogbrasil  

Saiba como a tecnologia facilita a vida de um investidor

Especialista conta como tecnologia simplifica operação dos investidores

Especialista conta como tecnologia simplifica operação dos investidores
Programa Inova 360

Nesse episódio do programa Inova360, exibido diariamente na Record News às 8h20, a CEO da Atom Traders, Carol Paiffer, explica como a tecnologia veio para facilitar a vida dos investidores, que agora podem comprar, vender e até acompanhar investimentos na bolsa de valores com um simples celular.

Pelo celular também é possível acompanhar o método de ensino que a empresa oferece, com aulas gravadas e ao vivo para o aluno tirar dúvidas. É o caso de João Carlos, aluno da Atom em Portugal, e Vinicius Vanni, aluno em Londres, que contam suas experiências com o método de ensino.

Na sequência, confira a entrevista com Mikael Malanski, CEO da X-APPS, que relembra a cobertura, feita pelo Inova360, ao lançamento do aplicativo desenvolvido pela X-APPs e que se conecta a motos BMW. O lançamento foi em um evento da marca BMW e a cobertura do Inova360 acabou gerando muita repercussão positiva para a X-APPs.

Saiba mais, confira as entrevistas completas no Youtube do Programa Inova360. Inscreva-se em nosso canal e fique por dentro das novidades!

Agência Trampo (www.agenciatrampo.com.br), com edição da Redação do Inova360

Por que o ‘dínamo’ da Lua se apagou, levando o satélite a perder seu campo magnético

Há bilhões de anos, o núcleo da Lua funcionava como um dínamo que gerava um campo magnético

Há bilhões de anos, o núcleo da Lua funcionava como um dínamo que gerava um campo magnético
Getty

A vida na Terra é possível graças a um poderoso escudo invisível. É o campo magnético que bloqueia as partículas dos ventos solares que bombardeiam incessantemente nosso planeta.

Graças a esse campo magnético também existem as bússolas, um elemento essencial na vida cotidiana.

A Lua, por outro lado, não possui um campo magnético em seu entorno, o que é um imenso desafio caso de uma eventual decisão de colonizá-la.

Nosso satélite natural, no entanto, já teve um campo magnético bilhões de anos atrás. Os cientistas acreditam que ele já foi até mais forte do que o atual campo terrestre.

Como esse campo magnético funcionou e por que ele praticamente desapareceu?

 

Quando a Lua era 'jovem', a gravidade da Terra agitava seu núcleo o que gerava seu campo magnético Cavando entre as rochas

Quando a Lua era ‘jovem’, a gravidade da Terra agitava seu núcleo o que gerava seu campo magnético Cavando entre as rochas
Hernán Cañellas y Benjamin Weiss/NASA

Em uma pesquisa recente, um grupo de cientistas do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) analisou amostras de rochas lunares para encontrar a resposta para essas perguntas.

Essas rochas, formadas há bilhões de anos, ainda mantêm traços do campo magnético que as cercava, por isso serviram aos pesquisadores para rastrear a evolução desse campo.

Cerca de 4 bilhões de anos atrás, o campo magnético da Lua era de 100 microteslas, que é a unidade de medida da densidade do fluxo magnético.

Hoje, em comparação, o campo magnético da Terra é de 50 microteslas.

Esse elemento no entorno da Lua, no entanto, desapareceu há cerca de 1 bilhão de anos.

 

A Lua está cada vez mais distante da Terra

A Lua está cada vez mais distante da Terra
Getty

Por que desapareceu?

 

Mas, para saber como ele desapareceu, primeiro os pesquisadores devem ter clareza sobre como surgiu esse campo magnético.

A conclusão foi que esse escudo foi gerado por duas causas principais.

A primeira é que, quando a Lua era jovem, cerca de 4 bilhões de anos atrás, ela estava muito mais próxima da Terra do que hoje.

Estando tão próxima, a força gravitacional da Terra teria agitado o núcleo líquido do satélite, o que criaria um poderoso dínamo. O movimento dele poderia gerar as correntes elétricas que formam o campo magnético.

À medida que a Lua se afastava — ela ainda está se movendo quase quatro centímetros por ano —, a gravidade que agitava o dínamo perdia poder e foi ficando mais fraca, portanto, o campo magnético também perdeu força.

Mais tarde, devido ao maior afastamento, cerca de 2,5 bilhões de anos atrás, a gravidade da Terra deixou de ter um efeito no núcleo lunar, que começou a se cristalizar.

Essa cristalização fez os líquidos se moverem — e isso explica por que o núcleo da Lua continuava produzindo um campo magnético, embora ele seja muito mais fraco.

 

O campo magnético da Terra a protege dos perigosos ventos solares

O campo magnético da Terra a protege dos perigosos ventos solares
Getty

Quando o núcleo se cristalizou completamente, o dínamo finalmente parou de funcionar.

A análise das rochas mostrou que, cerca de um bilhão de anos atrás, o campo magnético da Lua era de 0,1 microteslas. Então os especialistas estimam que foi por essa data que ele finalmente desapareceu.

Os pesquisadores, no entanto, ainda não sabem se o dínamo parou permanentemente ou se entrou em um ciclo de “pausa ativa” antes de desligar para sempre.

Uber começará a coletar dados para veículos autônomos em Washington

Para CEO da empresa, este é o primeiro passo para a tecnologia autônoma

Para CEO da empresa, este é o primeiro passo para a tecnologia autônoma
Luisa Gonzalez/Reuters

A Uber disse nesta quinta-feira que a empresa começará a coleta de dados para veículos autônomos nas estradas de Washington nesta sexta-feira com motoristas atrás do volante, no primeiro passo para uma possível futura implantação da tecnologia pela empresa.

A Uber coletará dados de estradas para apoiar o desenvolvimento da condução autônoma, como acontece em Dallas, São Francisco e Toronto. Eric Meyhofer, presidente-executivo da Uber ATG, unidade de autônomos da empresa, disse que este foi o “primeiro passo para dar vida à tecnologia de direção autônoma na capital” dos Estados Unidos.

A empresa está operando carros autônomos em Pittsburgh com motoristas atrás do volante como medida de segurança. 

Por segurança, funcionários da ONU são impedidos de usar o WhatsApp 

Desenvolvedor da Empresa rebate as acusações e reitera a segurança do aplicativo

Desenvolvedor da Empresa rebate as acusações e reitera a segurança do aplicativo
Arquivo/Pixabay

Funcionários das Nações Unidas não usam o WhatsApp para se comunicarem porque o aplicativo “não é considerado como seguro”, disse um porta-voz da ONU nesta quinta-feira, após especialistas da entidade acusaram a Arábia Saudita de usar a plataforma para invadir o celular do presidente-executivo da Amazon e controlador do jornal Washington Post, Jeff Bezos.

Especialistas independentes da ONU afirmaram na véspera que possuem informação que indica um “possível envolvimento” do príncipe saudita Mohammed bin Salman no suposto ciberataque contra o bilionário em 2018.

Os especialistas pediram uma investigação imediata dos Estados Unidos e de outras autoridades com base na análise forense da FTI Consulting. A investigação indica que o iPhone de Bezos foi invadido por meio de um arquivo de vídeo enviado pela conta do WhatsApp usada pelo príncipe.

Quando questionado se o secretário-geral da ONU, Antonio Guterres, se comunicou com o príncipe saudita ou qualquer outro líder mundial por meio do WhatsApp, o porta-voz da entidade Farhan Haq disse: “Funcionários sênior da ONU receberam orientação para não usarem o WhatsApp, ele não é suportado como um mecanismo seguro.”

“Então não, eu não acredito que o secretário-geral use (o WhatsApp)”, disse Haq. Ele acrescentou mais tarde que a instrução para os funcionários da ONU não usarem o aplicativo foi emitida em junho do ano passado.

Representantes do WhatsApp afirmaram que o aplicativo fornece mecanismos de segurança líderes na indústria para mais de 1,5 bilhão de usuários.

“Cada mensagem privada é protegida por criptografia para ajudar a impedir que o WhatsApp ou outros tenham acesso às conversas. A tecnologia de codificação que desenvolvemos com a Signal conta com alto respaldo de especialistas em segurança e continua sendo a melhor disponível para as pessoas no mundo”, disse o diretor de comunicações do WhatsApp, Carl Woog.

O WhatsApp “está lidando com segurança de maneira muito séria em comparação com outros”, disse o pesquisador Oded Vanunu, cuja companhia, Checkpoint, sediada em Tel Aviv, com frequência encontra falhas em aplicativos de mensagens.

“Cada aplicativo tem vulnerabilidade que você pode explorar de alguma forma”, disse ele. “Outras companhias de mensagem instantânea sonham em ter o tipo de procedimentos de segurança que eles têm”, afirmou Vanunu.