Daniel Alves, xingado pela torcida do São Paulo. A imagem da derrota

Daniel Alves. Outra péssima atuação. Vaiado. Xingado pelos são paulinos

Daniel Alves. Outra péssima atuação. Vaiado. Xingado pelos são paulinos
São Paulo

São Paulo, Brasil

Léo Pereira e Marco Ruben, suspensos.

Adriano, Bruno Guimarães, Jonathan,

Léo Cittadini e Lucas Halter, machucados.

Everton Felipe emprestado pelo São Paulo.

Auxiliar de 34 anos, Eduardo Barros, como técnico interino, depois que Tiago Nunes acertou a ida para o Corinthians.

Fora o fato de já estar classificado para a Libertadores, vencendo a Copa do Brasil.

Mesmo assim, o Athletico Paranaense venceu o São Paulo, em pleno Morumbi, por 1 a 0. 

Outra atuação que mereceu vaias, palavrões da diminuta torcida no estádio. Apenas 13.795 pessoas foram ver o jogo. O descrédito do time de Fernando Diniz só cresce.

O sonho de se classificar para a fase de grupo das Libertadores vai ficando cada vez mais longe. Na reta final do Brasileiro, o time perde duas partidas seguidas em casa. Que no planejamento de Fernando Diniz deveriam contabilizar seis pontos. Não conseguiu um sequer.

O gol de Marcelo Cirino, aos 45 minutos do segundo tempo, aconteceu graças a uma falha incrível de Tiago Volpi. Mas o chute só chegou ao gol porque Daniel Alves chegou atrasado, não conseguiu travar o arremate.

O ambiente após mais essa derrota foi pesado, tenso. O medo de o clube outra vez disputar a pré-Libertadores. Ou talvez nem isso.

Marcelo Cirino aproveitou o cansaço de Daniel Alves e a falha de Volpi

Marcelo Cirino aproveitou o cansaço de Daniel Alves e a falha de Volpi
Athetico Paranaense

“A semana foi desastrosa. Não podemos nunca aceitar o São Paulo nessa situação. Nunca vai poder aceitar isso. Sem conformismo. Tem cobrança interna, como tem da torcida. Felizmente, ainda estamos em quinto”, dizia Raí, buscando algo positivo para falar.

Chegou a vez do executivo ser muito pressionado. Conselheiros não se conformam com o desempenho do time e questionam as contratações de Raí. 

Enquanto as organizadas criticam o inseguro presidente Leco.

E o torcedor comum está cansado, desaparecendo das arquibancadas. 

Fernando Diniz tentou disfarçar, mas teve de admitir o quanto foi ruim perder para o fraco Fluminense e para o time misto do Athletico. Não teve criatividade, escolheu a mesma palavra que resumiu a situação para Raí: desastrosa.

“Em termos de pontuação, foi uma semana desastrosa. Torcedor quer ganhar e a gente também. Agora, é ter frieza para saber o que foi o segundo tempo contra o Fluminense, o começo.

“Hoje, tivemos domínio e não conseguimos vencer. Não adianta jogar tudo no lixo. Para o que equipe almeja, foi desastrosa”, dizia, Diniz, apelando para a sua formação de psicólogo, lutando para não demonstrar pessimismo. 

Camacho se impôs no meio de campo. São Paulo afobado, tenso

Camacho se impôs no meio de campo. São Paulo afobado, tenso
Athletico Paranaense

A verdade é que o time outra vez foi mal. Precipitado, tenso, errando passes. Sem confiança. Diniz deixou Alexandre Pato o jogo todo no banco.

Santos fez boas defesas, sim. Mas o São Paulo sempre deixou espaço para contragolpes. 

O pior viria aos 45 minutos do segundo tempo, quando Marcelo Cirino recebeu na entrada da área. O chute saiu rasteiro, Volpi deveria ter espalmado a bola para escanteio. Tentou segurá-la e ela entrou.

“Ninguém vem com a intenção de errar. Assumo a responsabilidade. Completamente minha. Fui tentar segurar ela, mas acabou passando. Acabamos perdendo por esse lance. O esporte é coletivo, mas em uma individualidade minha saímos perdendo.”

Para deixar ainda pior o clima, a membros das torcidas organizadas, em frente ao Morumbi, passaram a xingar Daniel Alves.

Fernando Diniz tenta conter o pessimismo. O São Paulo despenca na tabela

Fernando Diniz tenta conter o pessimismo. O São Paulo despenca na tabela
São Paulo

Outra vez, o capitão da Seleção Brasileira foi muito mal. Errou passes demais, não apoiou com eficiência, marcou pessimamente. Se cansou. Diniz deveria tê-lo tirado do jogo, mas não quis.

No instagram do jogador, as queixas, os palavrões dos torcedores.

E o inseguro Leco assinou, em agosto, contrato de três anos com o jogador de 36 anos.

Salário de R$ 1,5 milhão a cada 30 dias…

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