Peres promete uso da base em 2020 e confia em Ajax punido em Caso Giovanni

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O presidente do Santos, José Carlos Peres, repetiu o mesmo discurso do técnico Jorge Sampaoli em relação a utilização da base do clube no próximo ano. O argentino já deixou claro que sempre dá mais oportunidades aos jovens em sua segunda temporada frente a um time.

No meio do caminho, Sampaoli chegou a afirmar que os jogadores do sub-20 e sub-23 do Santos não tinham o convencido para atuar nas partidas do Campeonato Brasileiro. Dez dias depois, o comandante utilizou o atacante Tailson, que marcou o gol da vitória do Alvinegro sobre o Vasco, no último sábado.

– Utilizaremos muito a base no ano que vem, está combinado. Precisamos vender e depois comprar. Se quisermos contratar de nome, temos que fazer algumas transações – afirmou Peres, ao Energia FM, na última sexta-feira.

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Outro assunto comentado envolvendo a base foi do Caso Giovanni, meia sem contrato pelo Santos e que viajou para a Holanda para negociar com o Ajax-HOL há cinco meses. O Peixe alega assédio por parte do time europeu e levou o problema à Justiça.

– Caso vai para o CAS. Ajax levou o Danilo, em 2017. É o segundo jogador que levam, ele é artilheiro do time B. A punição demora, mas serão punidos. Terão de pagar e ficarão dois anos sem contratar jogador – explicou Peres.

Giovanni era um dos destaques da categoria de base do Santos e constantemente convocado para a Seleção Brasileira sub-15 e sub-17. O meia só poderá atuar em um clube da Europa a partir de janeiro de 2020, quando completa 18 anos.

Entenda a história:

Os agentes não ficaram satisfeitos ao ver o Santos renovando contratos com diversos atletas e deixando Giovanni ‘de lado’. Em 2018, por exemplo, o Peixe assinou o primeiro vínculo profissional com Kaio Jorge, Cadu e Ivonei Jr.
O contrato de formação do meia, segundo a FPF, vai até 31 de janeiro de 2020. A diretoria santista e o estafe não se entenderam em relação a base salarial.

O Santos acredita que não é possível ter a rescisão do contrato de formação sem o pagamento de uma indenização. Vale lembrar que, por ser o clube formador, o Peixe tem prioridade em assinar o primeiro vínculo profissional do atleta.

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